Página destinada à divulgar exercícios filosóficos na "Escola Estadual Antônio Eufrásio de Toledo" na disciplina de Filosofia, ministrada pelo Professor José Geraldo
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Mark Fisher – Não Prestar Para Nada
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
A concepção aristotélica da escravidão (1ST, 1INFO, 1REG1)
Atividade individual (10 pontos)
2_Como Aristóteles define o "escravo por natureza"? Quais características ele atribui a esses indivíduos?
4_"Você concorda com a ideia de que algumas pessoas nascem para obedecer e outras para mandar? Por quê?"
5_"É possível que alguém seja 'naturalmente' um instrumento para o outro?"
domingo, 5 de outubro de 2025
Pensando o trabalho (Primeiro Ano do Ensino Médio)
- Qual é o problema que o narrador enfrenta logo no início da crônica acima? Como isso se relaciona com o trabalho do padeiro?
- Como o padeiro se descreve? O que a frase "não é ninguém, é o padeiro!" revela sobre a percepção social e a autopercepção do trabalhador?
- A crônica menciona uma "greve do pão dormido". Que tipo de greve é essa? Qual o objetivo dela?
- Que tipo de greve é mencionada na música abaixo? Qual é o impacto dela na cidade e na vida das pessoas? Existe relação entre as duas greves?
- Na sua percepção, em nossa sociedade, quais trabalhos são mais valorizados e quais são menos valorizados? Por que isso ocorre?
sexta-feira, 6 de junho de 2025
Waking Life (2001)
Waking Life (2001) dirigido por Richard Linklater é um filme feito em estilo rotoscopia, que mistura realidade e animação. A obra se estrutura como uma série de conversas e reflexões — muitas delas filosóficas.
Objetivo da exibição do filme: identificar ideias filosóficas
Duração: 2 sessões de 40 minutos:
Roteiro de anotações
- Cena marcante
- Frase marcante
- Filósofo relacionado
- Por quê?
Perguntas para discussão:
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Qual cena ou fala mais te chamou a atenção? Por quê?
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Você reconheceu ideias de algum filósofo que já estudamos? Dê exemplos.
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O que o filme nos faz pensar sobre a diferença entre sonho e realidade?
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Você acha que temos livre-arbítrio? Ou estamos “sonhando” condicionados por forças que não controlamos?
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Há alguma conexão entre o filme e o Mito da Caverna de Platão?
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Alguma fala te lembrou Sartre, Descartes ou Nietzsche?
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O filme parece ter uma conclusão? Ou deixa tudo em aberto? Isso é bom ou ruim?
Possíveis conexões filosóficas:
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Platão – O filme todo pode ser visto como uma jornada de libertação de ilusões (Mito da Caverna).
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Descartes – Dúvida radical, “estou sonhando ou estou acordado?”, penso, logo existo.
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Sartre – Liberdade, responsabilidade, existência precede essência.
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Nietzsche – Crítica à moral tradicional, afirmação da vida, eterno retorno.
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Heráclito – Fluxo constante da realidade
segunda-feira, 26 de maio de 2025
O que é o belo? O que é feio?
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
Questões de filosofia 3
B ( ) Os sofistas que eram conhecidos pela habilidade de usar o discurso de forma persuasiva, valorizando a forma e a retórica ("eloquência"). O conteúdo verdadeiro, a verdade, portanto, ficava em segundo plano, importando mais o convencimento do ouvinte.
C ( ) Os racionalistas que defendiam que as ideias surgem da pura e simples capacidade racional e impulsionam o intelecto, formando os conhecimentos com base nas leis universais da razão.
D ( ) Os filósofos analíticos que se preocupavam com a clareza conceitual e a precisão dos argumentos.
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2 (ENEM - 2022) Sempre que a relevância do discurso entra em jogo, a questão torna-se política por definição, pois é o discurso que faz do homem um ser político. E tudo que os homens fazem, sabem ou experimentam só tem sentido na medida em que pode ser discutido. Haverá, talvez, verdades que ficam além da linguagem e que podem ser de grande relevância para o homem no singular, isto é, para o homem que, seja o que for, não é um ser político. Mas homens no plural, isto é, os homens que vivem e se movem e agem neste mundo, só podem experimentar o significado das coisas por poderem falar e ser inteligíveis entre si e consigo mesmos.
ARENDT, H. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004.
No trecho, a filósofa Hannah Arendt mostra a importância da linguagem no processo de
A entendimento da cultura.
B aumento da criatividade.
C percepção da individualidade.
D melhoria da técnica.
E construção da sociabilidade.
3 (ENEM - 2022) Entretanto, nosso amigo Basso tem o ânimo alegre. Isso resulta da filosofia: estar alegre diante da morte, forte e contente qualquer que seja o estado do corpo, sem desfalecer, ainda que desfaleça.
Sêneca, L. Cartas morais. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1990.
O excerto refere-se a uma carta de Sêneca na qual se apresenta como um bem fundamental da filosofia promover a
A valorização de disputas dialógicas
B rejeição das convenções sociais
C inspiração de natureza religiosa
D exaltação do sofrimento
E moderação das paixões
4 (ENEM 2021). Sócrates: “Quem não sabe o que uma coisa é, como poderia saber de que tipo de coisa ela é? Ou te parece ser possível alguém que não conhece absolutamente quem é Mênon, esse alguém saber se ele é belo, se é rico e ainda se é nobre? Parece-te ser isso possível? Assim, Mênon, que coisa afirmas ser a virtude?”.
PLATÃO. Mênon. Rio de Janeiro: PUC-RIO; São Paulo: Loyola, 2001 (adaptado).
A atitude apresentada na interlocução do filósofo com Mênon é um exemplo da utilização do(a)
A escrita epistolar, troca de correspondência
B método dialético
C linguagem trágica
D linguagem poética
E método empirista
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