Tese: "O pensamento crítico é motivado pela tentativa de superar realmente a tensão, de eliminar a oposição entre a consciência dos objetivos, espontaneidade e racionalidade, inerentes ao indivíduo, de um lado, e as relações do processo de trabalho, básicas para a sociedade, de outro. O pensamento crítico contém um conceito de homem que contraria a si enquanto não ocorrer esta identidade. Se é próprio do homem que seu agir seja determinado pela razão, a práxis social dada, que dá forma ao modo de ser (Dasein), é desumana, e essa desumanidade repercute sobre tudo o que ocorre na sociedade. Sempre permanecerá algo exterior à atividade intelectual e material, a saber, a natureza como uma sinopse de fatos ainda não dominados, com os quais a sociedade se ocupa. Mas neste algo exterior incluem-se também as relações constituídas unicamente pelos próprios homens, isto é, seu relacionamento no trabalho e o desenrolar de sua própria história, como um prolongamento da natureza. Essa exterioridade não é, contudo, uma categoria suprahistórica ou eterna – isso também não seria a natureza no sentido assinalado aqui –, mas sim o sinal de uma impotência lamentável e aceitá-la seria anti-humano e anti-racional.” (p.140)"
Página destinada à divulgar exercícios filosóficos na "Escola Estadual Antônio Eufrásio de Toledo" na disciplina de Filosofia, ministrada pelo Professor José Geraldo
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Comentário sobre "Teoria Tradicional e Teoria Crítica" (1937) de Horkheimer
Tese: "O pensamento crítico é motivado pela tentativa de superar realmente a tensão, de eliminar a oposição entre a consciência dos objetivos, espontaneidade e racionalidade, inerentes ao indivíduo, de um lado, e as relações do processo de trabalho, básicas para a sociedade, de outro. O pensamento crítico contém um conceito de homem que contraria a si enquanto não ocorrer esta identidade. Se é próprio do homem que seu agir seja determinado pela razão, a práxis social dada, que dá forma ao modo de ser (Dasein), é desumana, e essa desumanidade repercute sobre tudo o que ocorre na sociedade. Sempre permanecerá algo exterior à atividade intelectual e material, a saber, a natureza como uma sinopse de fatos ainda não dominados, com os quais a sociedade se ocupa. Mas neste algo exterior incluem-se também as relações constituídas unicamente pelos próprios homens, isto é, seu relacionamento no trabalho e o desenrolar de sua própria história, como um prolongamento da natureza. Essa exterioridade não é, contudo, uma categoria suprahistórica ou eterna – isso também não seria a natureza no sentido assinalado aqui –, mas sim o sinal de uma impotência lamentável e aceitá-la seria anti-humano e anti-racional.” (p.140)"
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
Manuscritos econômico-filosóficos de Karl Marx (1844)
1. O que são os Manuscritos?
São cadernos de estudo escritos por Marx em Paris, em 1844, durante sua fase de formação filosófica e econômica. Não foram publicados em vida.
Mostram Marx ainda dialogando intensamente com Hegel e Feuerbach, e ao mesmo tempo estudando a economia política inglesa (Smith, Ricardo, Stuart Mill).
Eles são fundamentais porque revelam:
- a primeira formulação da teoria da alienação;
- a concepção do trabalho como atividade vital humana;
- o início da crítica estrutural ao capitalismo;
- o esboço filosófico do conceito de ser genérico (Gattungswesen).
2. Três eixos
(1) Crítica à economia política
Marx estuda os economistas clássicos e conclui que:
-
A economia burguesa trata o trabalhador como mercadoria.
-
A produção de riqueza envolve, simultaneamente, a produção de pobreza (empobrecimento relativo e, em certos casos, absoluto).
-
O trabalho, que deveria ser uma atividade humana livre e criativa, torna-se trabalho alienado.
-
No capitalismo, o trabalhador não controla:
- o produto do trabalho,
- o processo de trabalho,
- o sentido ou finalidade do trabalho,
- nem suas relações com os demais trabalhadores.
(2) O conceito de trabalho alienado
É o centro filosófico dos Manuscritos.
Marx identifica quatro dimensões da alienação:
-
Do produto – o trabalhador cria algo que não lhe pertence.
-
Da atividade – o trabalho se torna externo, forçado, reduzido a meio de sobrevivência.
-
Da essência humana – a atividade vital deixa de ser livre e criadora; o ser humano se reduz a instrumento.
-
Do outro ser humano – as relações se reduzem ao mercado: competição, interesse, exploração.
Alienar significa separar o trabalhador de algo que deveria pertencer a ele como ser humano: sua criatividade, seu tempo, sua relação com a natureza e com os outros.
(3) O ser genérico (Gattungswesen)
A resposta, nos Manuscritos, é antropológica, social e histórica:
-
O ser humano não é definido por uma alma nem por uma razão abstrata.
-
Ele se define pela capacidade de produzir sua existência, transformar a natureza conscientemente e viver socialmente.
Por isso, Marx diz que o ser humano é um ser genérico (Gattungswesen).
Ser genérico significa:
O trabalho é, portanto:
- expressão da essência humana (Wesen des Menschen)
- mediação fundamental entre homem e natureza;
- atividade livre, criadora e consciente (em potencial).
* A alienação é justamente a destruição da possibilidade de efetuação da essência humana.
5. Hegel e Feuerbach
6. Jovem Marx → Marx maduro
Os Manuscritos mostram o processo de metamorfose intelectual:
Marx jovem:
-
crítica humanista do capitalismo;
-
linguagem de essência, natureza humana, ser genérico.
Marx maduro (O Capital):
-
crítica científica e estrutural do capitalismo;
-
categorias como valor, mais-valia, mercadoria, fetichismo*;
-
abandono da linguagem essencialista.
5. Questões
O que significa trabalhar para sobreviver, e não para se realizar?
Trabalhar para se realizar é a atividade vital pela qual o ser humano objetiva a si mesmo, encontrando no produto a materialização de sua liberdade.
Como a alienação aparece hoje (no trabalho digital, plataformas, automação)?
-
O que Marx quer dizer exatamente com “essência humana”?
-
Em que o jovem Marx difere do Marx de O Capital?
O jovem Marx (dos Manuscritos de 1844) pensa o capitalismo a partir de categorias filosófico-humanistas, como alienação, essência humana e realização da espécie. Ele se preocupa com a experiência subjetiva do trabalhador, com a perda de sentido no trabalho e com a ideia de ser genérico. Sua crítica é mais ética e antropológica.
Já o Marx de O Capital faz uma análise científica, econômica e estrutural do modo de produção capitalista. Ele explica como o capitalismo funciona por meio de categorias como mais-valia, capital, mercadoria, força de trabalho, acumulação, e mostra as leis objetivas do sistema. A alienação reaparece como fetichismo da mercadoria, não mais como essência humana negada.
Em resumo:
O jovem Marx critica o capitalismo a partir do humanismo e da alienação; o Marx maduro analisa o capitalismo a partir da economia política, das relações de produção e das leis do capital.
quarta-feira, 29 de outubro de 2025
"Racismo estrutural"
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Filosofia no Enem
Temas mais cobrados (2009–2024)
-
Filosofia política — 20 questões (11%)
-
Moral e ética — 15 questões (8%)
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Aristóteles — 10 questões (5%)
-
Origens da modernidade — 8 questões (4%)
-
Descartes — 8 questões (4%)
-
Filosofia medieval — 8 questões (4%)
-
Pré-socráticos (Naturalistas) — 8 questões (4%)
-
Cultura e sociedade — 7 questões (3%)
-
Epistemologia — 7 questões (3%)
-
Filosofia antiga — 7 questões (3%)
-
Filosofia contemporânea — 7 questões (3%)
-
Kant — 7 questões (3%)
-
Escola de Frankfurt — 6 questões (3%)
-
Escolas helenísticas — 6 questões (3%)
-
Platão — 6 questões (3%)
1. Filosofia Política (tema mais cobrado)
- O Príncipe → realismo político: o poder como ele é, não como deveria ser.
- É melhor ser temido do que amado.
- “Os fins justificam os meios.”
Contratualismo: Hobbes, Locke e Rousseau
| Filósofo | Natureza humana | Objetivo do contrato | Tipo de Estado |
|---|---|---|---|
| Hobbes | Egoísta, medo, guerra de todos contra todos | Segurança e paz | Absolutista |
| Locke | livre, mas insegura devido às paixões e interesses | Proteger direitos naturais (vida, liberdade, propriedade) | Liberal |
| Rousseau | Bom, mas corrompido pela sociedade | Garantir liberdade e igualdade pela vontade geral | Democrático |
Montesquieu
_ Separação dos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário
_ Base da democracia moderna.
2. Moral e Ética
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Ética: reflexão racional sobre o agir humano.
-
Moral: conjunto de costumes e normas de uma sociedade.
Modelos éticos
Aristóteles: ética da virtude e da felicidade (eudaimonia) — o meio-termo.
Epicuro: prazer moderado e sábio.
Estoicos: tranquilidade da alma, aceitação do destino.
Kant: imperativo categórico → aja apenas segundo regras que possam valer universalmente; nunca trate o outro como meio.
Utilitarismo (Bentham, Mill): melhor ação é a que gera o máximo de felicidade para o maior número de pessoas.
Bentham: punição e felicidade (questão 2025)
Ética aplicada a questões atuais: pensar como valores e princípios éticos orientam ações em temas contemporâneos.
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Exemplos: ética ambiental (sustentabilidade), bioética (ética em pesquisas e saúde), tecnologia e redes sociais (privacidade, inteligência artificial e impacto social).
3. Pré-socráticos (Naturalistas ou Filósofos da Physis)
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Substituem o mito pelo lógos (razão).
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Procuram o arché, princípio de tudo.
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Exemplos:
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Tales: água
Heráclito: fogo, tudo flui
Parmênides: o ser é imutável
Demócrito: átomos
Pitágoras: número, harmonia e cosmos
Heráclito e Parmênides: contraste entre fluxo (panta rhei) e imutabilidade do ser.
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4. Filosofia Antiga – Período Clássico
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Sofistas: relativismo, retórica, cobram pelo ensino.
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Sócrates: busca da verdade pelo diálogo; método maiêutico.
ironia (só sei que nada sei), dialética na forma de perguntas curtas, parto das ideias
Platão
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Teoria das Ideias: mundo sensível (aparência) x mundo inteligível (verdade).
-
Mito da Caverna → libertação pela razão.
"A República"
Aristóteles
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Ética da virtude → felicidade como prática do bem.
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Política → o homem é um “animal político”.
Filosofias helenísticas
Começa com a morte de Alexandre, o Grande (323 a.C.) e se estende até cerca do século até o ano 30 a.C. (conquista romana do Egito). ) centro cultural da filosofia se desloca de Atenas para cidades como Alexandria, Rodes e Pérgamo. O foco da filosofia muda: em vez de discutir o ser e o conhecimento como na era clássica (Sócrates, Platão, Aristóteles), os filósofos helenísticos buscam a sabedoria prática e a felicidade individual em um mundo político instável.
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Principais nomes: Pirro de Élis e Sexto Empírico.
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5. Filosofia Medieval
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União entre fé e razão.
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Santo Agostinho (Patrística): o mal não existe, mas é ausência de bem;→ O mal não é uma força positiva, mas a privação do bem causada pelo mau uso do livre arbítrio.
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São Tomás de Aquino (Escolástica): fé e razão não se opõem; usa Aristóteles para provar racionalmente a existência de Deus.
Ockham: querela dos universais
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6. Origens da Modernidade (Final do século XV, por volta de 1450–1500, e se consolida nos séculos XVI e XVII)
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Renascimento → Antropocentrismo (homem no centro).
Humanismo renascentista: valorização do ser humano, da razão e da criatividade, rompendo com a visão puramente religiosa da Idade Média e inspirando artes, ciência e pensamento crítico.
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Revolução científica (Copérnico, Galileu, Newton).
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Quebra da visão teocêntrica.
Racionalismo x Empirismo
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Racionalismo (Descartes): razão como fonte segura do conhecimento.
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Empirismo: conhecimento vem da experiência sensível.
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Locke: ideias vêm da experiência; mente = tábula rasa.
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Hume: experiência gera hábito; causa e efeito são inferências do hábito.
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Bacon: defende o método experimental para investigar a natureza. (método científico)
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7. Descartes (1596 - 1650)
Parte da dúvida (dúvida metódica)
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Cogito: “Penso, logo SOU" (primeira certeza, verdade)
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Método cartesiano:
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Evidência: aceitar apenas ideias claras e distintas
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Análise: dividir problemas complexos em partes menores
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Síntese: ordenar o pensamento do simples ao complexo
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Enumeração (revisão): revisar sistematicamente todas as etapas para garantir que nada foi omitido;
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Dualismo: corpo (matéria) x alma (pensamento).
Res Extensa x Res Cogito
8. Epistemologia (Teoria do Conhecimento)
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Racionalismo: a razão produz o conhecimento seguro.
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Empirismo: o conhecimento é obtido pela experiência sensível.
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Hume: o conhecimento é hábito da experiência repetida.
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Kant: síntese entre razão e experiência.
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Conhecemos apenas os fenômenos, não a “coisa em si”.
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9. Filosofia Contemporânea
- Nietzsche: crítica à moral tradicional, conceito de “vontade de poder” e super-homem
- Marx: alienação é a perda de controle do trabalhador sobre seu trabalho; ideologia serve para justificar e naturalizar a dominação na sociedade.
Heidegger (pontual em atualidades/existencialismo tecnológico): crítica à técnica moderna.
Escola de Frankfurt: crítica à indústria cultural → cultura transformada em mercadoria. Denuncia a alienação e padronização que enfraquecem a consciência crítica. (Adorno, Horkheimer, Marcuse)
Herbert Marcuse: Sociedade industrial.
Hannah Arendt: banalidade do mal → o mal nasce da falta de pensamento crítico.
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Sartre (Existencialismo): “O homem está condenado à liberdade”; a existência vem antes da essência.
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Rawls: justiça como equidade — princípios escolhidos por indivíduos livres e racionais sob um “véu da ignorância”, garantindo igualdade de direitos e oportunidades.
Chantal Mouffe: defende a democracia agonística, onde o conflito é natural e produtivo, garantindo pluralidade e participação política.
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Foucault: o poder está presente em todas as relações sociais; ele produz saberes e controla os corpos por meio de instituições como escola, prisão e hospital.
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Deleuze: pensamento como rizoma (sem centro, múltiplo).
Derrida: direito e justiça
- Filosofia indígena: propõe a reconexão com a natureza e a ideia de que a humanidade é parte, não centro, da vida no planeta (Ailton Krenak, Davi Kopenawa).
- Filosofia africana: valoriza a comunidade, a ancestralidade e o princípio do Ubuntu — “eu sou porque nós somos”.
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PENSE e EXPRESSE! 1) O que a imagem sugere sobre a comunicação entre as pessoas? 2) Como ela pode representar um conflito de discursos? (D...
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