Gymnasium
Página destinada à divulgar exercícios filosóficos na "Escola Estadual Antônio Eufrásio de Toledo" na disciplina de Filosofia, ministrada pelo Professor José Geraldo
sábado, 31 de janeiro de 2026
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
Análise Sincrônica e Diacrônica
- Análise Sincrônica: Examina um sistema, como uma língua ou uma sociedade, em um ponto específico no tempo, focando-se em sua estrutura e funcionamento nesse momento particular. É um estudo "estático" ou transversal.
- Análise Diacrônica (Histórica): Examina a evolução de um sistema ao longo do tempo, focando nas mudanças, desenvolvimentos e transformações históricas. É um estudo "dinâmico" ou longitudinal. Portanto:
- A análise que é sincrônica é a do ponto de vista estrutural. Ela foca em como todos os elementos da estrutura se relacionam em um dado momento.
- A análise do ponto de vista histórico é, por definição, diacrônica, pois estuda a mudança e o desenvolvimento através do tempo.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Papai noel existe?
1) Quem acredita em Papai Noel? Por quê?
2) Lévi-Strauss
- Cidade da França queimou Papai Noel.
- Antropólogo pergunta:
- Por que acreditamos?
- Por que ele volta todo ano?
- Por que isso importa para a sociedade?
3) Observações
a) Infância x Vida adulta
-
Crianças acreditam
-
Adultos “sabem a verdade”
-
Ritual de passagem
Crianças acreditam
Adultos “sabem a verdade”
Ritual de passagem
b) Ritual dos presentes
-
Dar/receber todo ano
-
Aproxima as pessoas
-
Mesmo sem acreditar, participamos
Dar/receber todo ano
Aproxima as pessoas
Mesmo sem acreditar, participamos
c) Valores
-
Bondade
-
Generosidade
-
Comunidade
Bondade
Generosidade
Comunidade
4) Conclusões
Existe?
Papai Noel existe como história.
Por que acreditamos?
-
Precisamos de histórias e símbolos
-
Histórias → ajudam a entender quem somos
Precisamos de histórias e símbolos
Histórias → ajudam a entender quem somos
Por que volta todo ano?
-
Sociedades modernas ainda precisam de mitos
-
Mitos envolvem rituais:
• Passagem (infância → vida adulta)
• Dádiva (dar e receber presentes)
• Reforço de valores (bondade, generosidade)
• Reforço da comunidade (ceia, encontro familiar)
Referência
Sociedades modernas ainda precisam de mitos
Mitos envolvem rituais:
• Passagem (infância → vida adulta)
• Dádiva (dar e receber presentes)
• Reforço de valores (bondade, generosidade)
• Reforço da comunidade (ceia, encontro familiar)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
Essência e Existência no Debate Medieval
O par essência / existência é um dos temas centrais da filosofia medieval, especialmente a partir da recepção de Aristóteles e do pensamento neoplatônico. Ele estrutura debates sobre:
- o que as coisas são (essência),
- o fato de que elas são (existência).
Embora já apareça em Aristóteles, esse debate ganha forma sistemática apenas na Idade Média, sobretudo em autores como Avicena, Tomás de Aquino e Duns Scotus.
1. Definições básicas
Essência (quididade, “o que é”)
É aquilo que define um ente como sendo o que ele é.
Ex: A essência de um triângulo é ser figura de três lados.
Existência (esse, “que é”)
É o ato pelo qual um ente está realmente sendo no mundo.
Ex: Saber o que é um triângulo não faz com que um triângulo exista concretamente.
Entes criados (como nós) têm essência e existência como princípios distintos.
2. Avicena (Ibn Sina) – A distinção real entre essência e existência
Avicena é um dos maiores responsáveis pela formulação clara da distinção.
Para ele:
Toda essência é concebível independentemente de ela existir ou não.
Você pode entender o que é um cavalo mesmo que nenhum cavalo exista.
Portanto, essência e existência são realmente distintas nos entes criados.
A essência não garante a existência.
Deus é o único ente cuja essência implica existência (necessário por si).
Essa formulação influenciará enormemente o pensamento cristão posterior.
3. Tomás de Aquino – A existência como ato do ser (actus essendi)
Tomás aceita a distinção aviceniana, mas lhe dá uma fundamentação metafísica mais radical.
Para ele:
- A existência é o ato mais profundo que atualiza a essência.
É aquilo que faz a essência “sair do possível” e estar no real.
- Nos entes criados, essência e existência são realmente distintas.
A essência não contém a existência. Um ser humano pode ser entendido sem que necessariamente exista.
- Em Deus, essência = existência.
Ele é ipsum esse subsistens, o próprio Ser subsistente.
Por isso Deus é necessário, simples e não composto.
Essa tese é um dos pilares da metafísica tomista.
4. Duns Scotus – A distinção formal
Scotus critica algumas conclusões de Tomás:
Para ele, se essência e existência fossem realmente distintas em cada ente, a unidade do indivíduo seria ameaçada.
Ele propõe uma solução intermediária:
> Distinção formal (nem puramente real, nem meramente conceitual).
A essência e a existência são distinguíveis para o intelecto, mas não são duas “coisas” separadas no real.
Scotus busca salvar tanto a unidade do ente quanto a inteligibilidade das distinções.
5. Guilherme de Ockham – A crítica nominalista
Ockham radicaliza:
Para ele, essência e existência não são duas realidades distintas.
A distinção é apenas conceitual: um modo de falar.
O que existe é sempre o indivíduo concreto.
“Essência” é apenas um conceito que a mente forma ao observar semelhanças entre indivíduos.
Assim, rejeita universalismos fortes e reforça a virada empirista na filosofia.
6. O problema de fundo: por que a distinção importa?
As discussões medievais sobre essência e existência estão ligadas a temas maiores:
* Criação
Como explicar que os entes não existem por si mesmos?
Tomás: porque sua essência não contém sua existência; eles recebem o ser.
Já Deus não é criado por nenhum outro ente. Em Deus essência e existente coexistem.
* Contingência e necessidade
Por que nós somos contingentes e Deus é necessário?
Avicena e Tomás: porque apenas em Deus essência e existência coincidem.
* Conhecimento e individuação
Scotus e Ockham levantam a questão: como conhecemos o que algo é?
Isso exige saber que tipo de distinção há entre o abstrato e o concreto.
* Problema dos universais
Toda a discussão medieval sobre universais está conectada à distinção entre o que algo é e o fato de existir.
7. Linha do tempo simplificada
Avicena (séc. XI) Distinção real entre essência e existência; só Deus tem essência que implica existência.
Tomás de Aquino (séc. XIII) Distinção real + existência como ato do ser; Deus = ser subsistente.
Duns Scotus (séc. XIII–XIV) Distinção formal; crítica a algumas consequências tomistas.
Ockham (séc. XIV) Distinção apenas conceitual; nominalismo.
8. Síntese
Na Idade Média, essência é “o que a coisa é”; existência é “o fato de que ela existe”.
Avicena e Tomás defendem que nos entes criados as duas coisas são realmente distintas.
Deus é o único para quem essência e existência são idênticas.
Scotus propõe uma distinção intermediária (formal).
Ockham diz que a distinção é apenas conceitual: só existem indivíduos.
O debate estrutura toda a metafísica medieval e sua relação com teologia, conhecimento e linguagem.
A essência da verdade – Martin Heidegger
1. O ponto de partida: por que perguntar pela essência da verdade?
Heidegger inicia perguntando: o que é verdade?
A resposta tradicional (de Aristóteles a quase toda a filosofia ocidental) é:
Verdade = adequação do pensamento ao objeto (correspondência).
Ou seja: um juízo é verdadeiro quando corresponde ao fato.
Heidegger não nega totalmente essa definição, mas quer perguntar algo mais profundo:
- De onde vem a possibilidade dessa correspondência?
- O que precisa existir para que algo possa “corresponder” a algo?
Essa investigação o leva a sair da teoria do conhecimento e entrar na ontologia (a questão do ser).
2. A correspondência depende de algo mais profundo: o desvelamento
Heidegger afirma que só podemos dizer que um juízo corresponde a um fato porque o ente já está, de alguma forma, aberto para nós.
Ele chama essa abertura de:
ἀλήθεια (aletheia) = desvelamento / não-ocultamento
A verdade, em seu sentido originário, não é primeiro um acerto entre mente e mundo.
É o fato de que o mundo se mostra, se deixa ver.
- Há verdade porque algo já está desocultado.
- Só existe correspondência porque primeiro existe abertura ao ser.
3. Quem realiza esse desvelamento? O Dasein
O ser humano, para Heidegger, não é um sujeito que contempla um mundo externo; é um ser lançado já aberto ao mundo.
O nome disso é:
Dasein = ser-aí
O Dasein é aquele que:
-
já está no mundo,
-
já se relaciona com os entes,
-
já compreende, mesmo implicitamente, o ser das coisas.
Por isso o Dasein é o "lugar" em que a verdade acontece como desvelamento.
4. Mas o desvelamento inclui ocultamento
Esse é um dos pontos mais difíceis – e centrais – do texto.
Para Heidegger, toda abertura do ser vem sempre junto com um certo encobrimento.
Exemplo simples:
-
para ver um objeto sob uma determinada perspectiva, outras perspectivas ficam ocultas.
Assim:
A essência da verdade é ao mesmo tempo desvelamento e ocultamento.
Ou seja, nunca temos o ser "todo" disponível.
A verdade originária é ambivalente: ao mostrar, ela também esconde.
5. Liberdade como condição da verdade
Outro ponto fundamental do texto é que a essência da verdade está ligada à liberdade — mas não no sentido moral ou político.
Liberdade, para Heidegger, significa:
Ser-livre-para o desvelamento do ente.
Liberdade = deixar-ser o ente como ele é.
Isso quer dizer:
-
não forçar o mundo a se adequar aos nossos esquemas prévios,
-
não reduzir o ente a categorias rígidas,
-
permitir que o ser se manifeste.
Portanto:
A essência da verdade está fundada na liberdade.
6. Desvio e fechamento: quando a verdade se perde
Heidegger afirma que o ser humano pode perder essa abertura original.
Isso acontece quando:
-
nos prendemos a opiniões prontas,
-
nos submetemos ao impessoal (das Man),
-
deixamos de pensar e questionar.
Esse “fechamento” é o que ele chama de:
não-verdade (Unwahrheit)
Não é falsidade.
É um estado existencial de não abertura, uma fuga do desvelamento.
7. O texto culmina num convite ético-existencial: assumir a abertura
Heidegger não está apenas definindo “verdade”; ele está pedindo que assumamos uma postura:
-
de abertura,
-
de escuta do ser,
-
de questionamento,
-
de liberdade para deixar o ente se mostrar.
A essência da verdade, portanto, é:
-> A abertura do ser humano ao ser (desvelamento)
-> fundada na liberdade
_> e sempre acompanhada por ocultamento.
Síntese
-
A definição comum de verdade (correspondência) depende de algo mais fundamental.
-
Esse algo mais fundamental é o desvelamento (aletheia): o mundo se mostra.
-
O ser humano (Dasein) é o lugar onde esse desvelamento ocorre.
-
Toda revelação inclui ocultação; a verdade é essencialmente ambígua.
-
A verdade funda-se na liberdade entendida como deixar-ser.
-
A não-verdade é um fechamento existencial à abertura.
-
Heidegger nos convida a uma postura de abertura ao ser.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2025
Comentário sobre "Teoria Tradicional e Teoria Crítica" (1937) de Horkheimer
Tese: "O pensamento crítico é motivado pela tentativa de superar realmente a tensão, de eliminar a oposição entre a consciência dos objetivos, espontaneidade e racionalidade, inerentes ao indivíduo, de um lado, e as relações do processo de trabalho, básicas para a sociedade, de outro. O pensamento crítico contém um conceito de homem que contraria a si enquanto não ocorrer esta identidade. Se é próprio do homem que seu agir seja determinado pela razão, a práxis social dada, que dá forma ao modo de ser (Dasein), é desumana, e essa desumanidade repercute sobre tudo o que ocorre na sociedade. Sempre permanecerá algo exterior à atividade intelectual e material, a saber, a natureza como uma sinopse de fatos ainda não dominados, com os quais a sociedade se ocupa. Mas neste algo exterior incluem-se também as relações constituídas unicamente pelos próprios homens, isto é, seu relacionamento no trabalho e o desenrolar de sua própria história, como um prolongamento da natureza. Essa exterioridade não é, contudo, uma categoria suprahistórica ou eterna – isso também não seria a natureza no sentido assinalado aqui –, mas sim o sinal de uma impotência lamentável e aceitá-la seria anti-humano e anti-racional.” (p.140)"
segunda-feira, 1 de dezembro de 2025
Manuscritos econômico-filosóficos de Karl Marx (1844)
1. O que são os Manuscritos?
São cadernos de estudo escritos por Marx em Paris, em 1844, durante sua fase de formação filosófica e econômica. Não foram publicados em vida.
Mostram Marx ainda dialogando intensamente com Hegel e Feuerbach, e ao mesmo tempo estudando a economia política inglesa (Smith, Ricardo, Stuart Mill).
Eles são fundamentais porque revelam:
- a primeira formulação da teoria da alienação;
- a concepção do trabalho como atividade vital humana;
- o início da crítica estrutural ao capitalismo;
- o esboço filosófico do conceito de ser genérico (Gattungswesen).
2. Três eixos
(1) Crítica à economia política
Marx estuda os economistas clássicos e conclui que:
-
A economia burguesa trata o trabalhador como mercadoria.
-
A produção de riqueza envolve, simultaneamente, a produção de pobreza (empobrecimento relativo e, em certos casos, absoluto).
-
O trabalho, que deveria ser uma atividade humana livre e criativa, torna-se trabalho alienado.
-
No capitalismo, o trabalhador não controla:
- o produto do trabalho,
- o processo de trabalho,
- o sentido ou finalidade do trabalho,
- nem suas relações com os demais trabalhadores.
(2) O conceito de trabalho alienado
É o centro filosófico dos Manuscritos.
Marx identifica quatro dimensões da alienação:
-
Do produto – o trabalhador cria algo que não lhe pertence.
-
Da atividade – o trabalho se torna externo, forçado, reduzido a meio de sobrevivência.
-
Da essência humana – a atividade vital deixa de ser livre e criadora; o ser humano se reduz a instrumento.
-
Do outro ser humano – as relações se reduzem ao mercado: competição, interesse, exploração.
Alienar significa separar o trabalhador de algo que deveria pertencer a ele como ser humano: sua criatividade, seu tempo, sua relação com a natureza e com os outros.
(3) O ser genérico (Gattungswesen)
A resposta, nos Manuscritos, é antropológica, social e histórica:
-
O ser humano não é definido por uma alma nem por uma razão abstrata.
-
Ele se define pela capacidade de produzir sua existência, transformar a natureza conscientemente e viver socialmente.
Por isso, Marx diz que o ser humano é um ser genérico (Gattungswesen).
Ser genérico significa:
O trabalho é, portanto:
- expressão da essência humana (Wesen des Menschen)
- mediação fundamental entre homem e natureza;
- atividade livre, criadora e consciente (em potencial).
* A alienação é justamente a destruição da possibilidade de efetuação da essência humana.
5. Hegel e Feuerbach
6. Jovem Marx → Marx maduro
Os Manuscritos mostram o processo de metamorfose intelectual:
Marx jovem:
-
crítica humanista do capitalismo;
-
linguagem de essência, natureza humana, ser genérico.
Marx maduro (O Capital):
-
crítica científica e estrutural do capitalismo;
-
categorias como valor, mais-valia, mercadoria, fetichismo*;
-
abandono da linguagem essencialista.
5. Questões
O que significa trabalhar para sobreviver, e não para se realizar?
Trabalhar para se realizar é a atividade vital pela qual o ser humano objetiva a si mesmo, encontrando no produto a materialização de sua liberdade.
Como a alienação aparece hoje (no trabalho digital, plataformas, automação)?
-
O que Marx quer dizer exatamente com “essência humana”?
-
Em que o jovem Marx difere do Marx de O Capital?
O jovem Marx (dos Manuscritos de 1844) pensa o capitalismo a partir de categorias filosófico-humanistas, como alienação, essência humana e realização da espécie. Ele se preocupa com a experiência subjetiva do trabalhador, com a perda de sentido no trabalho e com a ideia de ser genérico. Sua crítica é mais ética e antropológica.
Já o Marx de O Capital faz uma análise científica, econômica e estrutural do modo de produção capitalista. Ele explica como o capitalismo funciona por meio de categorias como mais-valia, capital, mercadoria, força de trabalho, acumulação, e mostra as leis objetivas do sistema. A alienação reaparece como fetichismo da mercadoria, não mais como essência humana negada.
Em resumo:
O jovem Marx critica o capitalismo a partir do humanismo e da alienação; o Marx maduro analisa o capitalismo a partir da economia política, das relações de produção e das leis do capital.
domingo, 30 de novembro de 2025
terça-feira, 25 de novembro de 2025
terça-feira, 11 de novembro de 2025
Mark Fisher – Não Prestar Para Nada
domingo, 9 de novembro de 2025
ENEM 2025 (comentários)
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Quais conhecimentos precisávamos ter?
Filosofia Antiga -> Pré-socráticos -> Heráclito
Heráclito de Éfeso situa-se como filósofo pré-socrático, ou seja, um filósofo da natureza. Dessa forma, busca uma compreensão acerca da constituição e das transformações que regem o mundo natural, encontrando, no equilíbrio entre opostos e no movimento constante entre o ser e o seu devir, o elemento que rege a physis. Assim, a alternativa apresenta a síntese de sua perspectiva filosófica ao enfatizar que a dicotomia do cosmos (antagonismo entre contrários) seria a base da natureza.
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Filosofia Antiga e Política
Platão - "cidade ideal"
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Forma justa: Monarquia (visa ao bem-estar comum).
Forma desviada: Tirania (visa apenas ao benefício do governante).
A Minoria (governo de poucos):
Forma justa: Aristocracia (governo dos melhores, visando ao bem comum).
Forma desviada: Oligarquia (governo dos ricos, visando ao benefício próprio).
Todos (governo de muitos):
Forma justa: Democracia (ou bem melhor: politeia na terminologia original de Aristóteles, que visava ao bem comum).
Forma desviada: Demagogia (ou democracia em sentido pejorativo, que visava apenas ao benefício da maioria pobre, em detrimento das outras classes).
* Portanto, as três formas de governo justas (ou puras) são a monarquia, a aristocracia e a democracia (o correto seria, na verdade, politeia).
Ética e Moral
Ética: prática (exemplo: virtudes para alcançar a felicidade).
Moral. dever (leis externo, imperativo categórico = lei interna)
Ou
Para Adam Smith os indivíduos não buscavam apenas seus interesses financeiros, mas eram pessoas moralmente motivadas. A base da moral era a empatia e o julgamento, instaurando uma distinção entre o que queremos fazer e o que sentimos que devemos fazer.
Derrida
Justiça e perdão: https://revistacult.uol.com.br/home/a-justica-e-o-perdao-em-jacques-derrida/
Uma questão sobre o ser e a conduta (utilizando recurso literário de Clarice Lispector)
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Filosofia contemporânea
Escola de Frankfurt
Herbert Marcuse - "A ideologia da sociedade Industrial"
Estética
Hume - eloquência (retórica)
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QUESTÕES
Filosofia antiga -> pré-socráticos
Heráclito
Ética
ENEM 2025 questão 54 da prova verde Adam Smith via o açougueiro e o padeiro não só como indivíduos buscando seus interesses financeiros, mas como pessoas moralmente motivadas dentro de uma sociedade. A base da moral era a empatia e o julgamento, instaurando uma distinção entre o que queremos fazer e o que sentimos que devemos fazer.
B) procura de satisfação subjetiva.
C) estruturação do monopólio comercial.
D) percepção de responsabilidade ética.
E) conquista do reconhecimento público.
Gabarito: D
Esta alternativa está correta porque o texto argumenta que, para Adam Smith, a motivação dos agentes econômicos (como o açougueiro e o padeiro) vai além do lucro, incorporando uma base moral de “empatia e o julgamento” que gera um senso do que “devemos fazer”, ou seja, uma responsabilidade ética.
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Derrida: distinção entre direito e justiça
POLÍTICA
Platão: cidade ideal"
Aristóteles - "formas de governo"
QUESTÃO 55 ENEM 2025 - O corpo de cidadãos é o poder supremo dos Estados. A supremacia pode residir ou num homem, ou na minoria, ou em todos. Sempre que o Um, ou a Minoria, ou Todos governam, tendo em vista o bem-estar comum, essas constituições são justas; mas se procuram apenas o beneficio de uma das partes, seja ela o Um, a Minoria ou Todos, estabelece-se um desvio.
c ditadura, autocracia e anarquia.
d plutocracia, tecnocracia e demagogia.
e monarquia, aristocracia e democracia.
Michel Foucault
a) Expansão dos técnicas de suplicio
b) Judicialização dos relações de poder.
c) Dissolução das distinções de nobreza.
d) Capilarização dos práticas de controle.
e) Espetacularizacão das medidas de penitência.
Gabarito: d) Capilarização dos práticas de controle.
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1 Método Socrático “Uma conversação de tal natureza transforma o ouvinte; o contato de Sócrates paralisa e embarassa o interlocutor, que, ao...
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PENSE e EXPRESSE! 1) O que a imagem sugere sobre a comunicação entre as pessoas? 2) Como ela pode representar um conflito de discursos? (D...
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Waking Life (2001) dirigido por Richard Linklater é um filme feito em estilo rotoscopia, que mistura realidade e animação. A obra se estrut...
