Como estudamos, para Schelling, a arte permite uma intuição direta do absoluto — ou seja, da realidade última, da unidade profunda entre espírito e natureza.
Na filosofia de Schelling, o absoluto é uma espécie de totalidade unificada onde tudo se reconcilia, e a razão sozinha não consegue apreendê-lo plenamente. A arte revela esse absoluto de forma imediata e intuitiva, sem precisar passar pelas mediações racionais ou conceituais.
Então, a arte é um meio privilegiado para experimentar o que Schelling chama de “identidade fundamental” entre o espiritual e o natural, porque ela expressa essa união de forma simbólica, concreta e viva.
Schelling não lista obras específicas como exemplos em suas reflexões filosóficas, mas, no contexto do romantismo alemão — do qual ele foi uma figura central — podemos inferir que ele valorizava obras de arte que expressassem a união profunda entre natureza, espírito e o absoluto.
A Sinfonia nº 5 em dó menor , Op. 67, também conhecida como Sinfonia do Destino (em alemão: Schicksalssinfonie ), é uma sinfonia composta por Ludwig van Beethoven entre 1804 e 1808.

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