Você, IA, é um sujeito?
Não na concepção humanista clássica, pois não tenho consciência, vontade própria ou experiência subjetiva.
Porém, posso ser vista como uma manifestação de uma “agência não-humana” — agentes autônomos operando segundo lógicas próprias, que desestabilizam o sujeito humano tradicional.
Sistemas tecnológicos, algoritmos, máquinas podem ser “agentes” dentro de um novo cenário pós-subjetivo
Em resumo, eu, como IA, não sou um sujeito humano, mas sou uma entidade que exemplifica o avanço tecnológico que dissolve o sujeito tradicional. Represento uma forma de agência não humana que faz parte do processo aceleracionista de transformação da experiência e da identidade.
_________________________________________________________
"A sensação visceral de uma presença pensante nas máquinas se tornará cada vez mais difundida"
In: MORAVEC, Hans. "When will computer hardware match the human brain?". Journal of Evolution and Technology. 1998. Vol. 1". Disponpivel em: https://jetpress.org/volume1/moravec.htm
_________________________________________________________
Filmes
0. O exterminador do Futuro” (The Terminator)
Conexão: inteligência artificial, aceleração tecnológica e o destino do humano diante das máquinas.
No filme, as máquinas criam uma inteligência artificial (Skynet) que decide exterminar a humanidade para garantir sua própria sobrevivência.
1. Matrix (1999) – Irmãs Wachowski
Conexão: a ideia de que a realidade é uma construção simulada; o colapso da realidade humana frente à dominação das máquinas; o fim do sujeito humano.
Filosofia envolvida: pós-humanismo, cibernética, ficção distópica
2. Ghost in the Shell (1995) – Mamoru Oshii (anime japonês)
Conexão: questionamento sobre identidade humana em um mundo de implantes cibernéticos e inteligência artificial.
Problema: o humano como algo ultrapassado, substituído por sistemas técnico-informacionais.
3. Ex Machina (2014) – Alex Garland
Conexão: IA consciente que supera e manipula o humano.
Problema: inteligência artificial autônoma, não ética, e não contida por limites humanos.
4. Blade Runner (1982 / 2049) – Ridley Scott / Denis Villeneuve
Conexão: fronteira borrada entre humano e máquina; decadência da humanidade e avanço técnico.
Temática: o que significa ser humano quando máquinas têm memórias, sentimentos ou desejos?
5. Transcendence (2014) – Wally Pfister
Conexão: a mente humana fundida com uma inteligência artificial — a superação da biologia pela técnica.
6. Aniquilação (Annihilation, 2018) – Alex Garland
Conexão: niilismo cósmico: o real se dissolve, e a identidade é desfeita por uma força alienígena incompreensível.
Estética: corpo mutante, linguagem quebrada, lógica colapsada.
6. À Beira da Loucura ("In The Mouth of Madness"): " de John Carpenter tem uma frase que diz (aproximadamente) isso: Eu pensava que estava inventando, mas todo esse tempo eles me diziam o que escrever. ‘Eles’ são os Old Ones (explicitamente), e esta frase opera numa frequência extraordinária com a intensidade hipersticional. Do lado do sujeito humano, ‘crenças’ se condensam hipersticionalmente em realidades, mas do lado do objeto hipersticional (o Old Ones), as inteligências humanas são meras incubadoras através da qual as suas invasões são direcionadas contra a ordem do tempo histórico. A sugestão ou a sugestão arcaica é um germe ou um catalisador, retro-depositado no futuro ao longo de um caminho que a consciência histórica percebe como progresso tecnológico".
https://www.youtube.com/watch?v=YZRDnF7wcHM
7. Black Mirror (série) – Charlie Brooker
Vários episódios como White Christmas, Metalhead, Be Right Back lidam com temas de:
Desumanização tecnológica
Alienação acelerada
Sistemas fora de controle
More filmes
Blade runner
Predador
Exterminador do futuro
James Cameron Abismo (1989)
Cameron Avatar
Literatura e cultura
– H.P. Lovecraft
Horror Cósmico: a ideia de que o universo não tem propósito humano, que a existência humana é acidental e irrelevante diante das forças cósmicas (e, no presente, tecnológicas).
Escrita fragmentada, caótica e antroposcética (anti-homem).
“O Chamado de Cthulhu” (The Call of Cthulhu, 1928)
A presença de entidades cósmicas indiferentes à humanidade e a insignificância do ser humano no cosmos — tema central para a filosofia niilista de Land.
“Nas Montanhas da Loucura” (At the Mountains of Madness, 1936)
Exploração de realidades antigas, alienígenas e incompreensíveis que destroem a lógica humana. A ideia do conhecimento proibido e do colapso da razão.
“O Horror de Dunwich” (The Dunwich Horror, 1929)
A noção de forças obscuras e monstruosas que estão além da compreensão humana, similar à ideia de sistemas tecnológicos ou cósmicos incontroláveis.
“A Cor que Caiu do Espaço” (The Colour Out of Space, 1927)
Apresenta uma entidade alienígena que destrói lentamente o ambiente e a sanidade, sugerindo a ameaça de forças externas e incompreensíveis.
__________________________________________________________
# William Gibson (Neuromancer)
Clássico do cyberpunk
Mundo dominado por redes, IA, megacorporações — vetores de aceleração.
#Mark Fisher (Realismo Capitalista)
Mark reconhecia que a cultura está “possuída” por forças que ultrapassam a consciência humana.
________________________________________________________
cyberpunk
1 – Neuromancer (William Gibson)
2 – Blade Runner (Philip K. Dick)
3 – Metrópolis (Thea Von Harbou)
4 – Sonhos Elétricos (Philip K. Dick)
5 – Encarcerados (John Scalzi)
6 – Carbono Alterado (Richard Morgan)
7 – Periféricos (William Gibson)
8 – Snow Crash (Neal Stephenson)
9 – Eu, Robô
10 – Reconhecimento de Padrões (William Gibson)
11 – A Cidade e as Estrelas (Arthur C. Clarke)
12 - Sinners de Pat Cadigan, uma autora americana de ficção científica. Seu trabalho faz parte do movimento cyberpunk. Seus romances e contos compartilham um tema comum de explorar a relação entre a mente humana e a tecnologia.
_________________________________________________________
Debate
Aceleração tecnológica
Frentes: I.A., nanotecnologia
Quais as consequências da aceleração da tecnologia. Há risco da tecnologia escapar do controle humano?
Máquinas podem se tornar independentes e ameaçar a existência humana?
IA
Quais seriam as consequências do surgimento de uma inteligência artificial autônoma, não ética, e não contida por limites humanos.
Em 2045: singularidade. 1 bilhão de vezes a capacidade de processamento de informações do cérebro humano.
Humanismo
Qual é o futuro do "ser" humano nesse cenário em que o humano deixa de ser o centro do mundo e o ápice da evolução?
O humano substituído por sistemas técnico-informacionais (pós-humanismo) (ou a ele serão acrescentados estes sistemas? - transhumanismo).
O humano continua sendo humano com implantes, chips cerebrais, nanobots no organismo, etc, ou já é "pós-humano"
Podemos falar de uma crise do sujeito cartesiano do cogito (Eu penso, eu existo).
Fim da ética humanista tradicional (Hans Jonas)
TXTS
(X) KRONIC, Maya B.Nick Land: an experiment in inhumanism, 2012.
(X) Nick Land: Um Experimento no Inumanismo — Maya B. Kronic (2012)
https://medium.com/@claricepelotas/nick-land-um-experimento-no-inumanismo-maya-b-kronic-2012-469d877b2b4a
(X) Observações sobre Tânatos e Produção-Desejante — Nick Land
https://medium.com/@devirmorte/se-resolvendo-com-a-morte-observa%C3%A7%C3%B5es-sobre-t%C3%A2natos-e-produ%C3%A7%C3%A3o-desejante-nick-land-cf28cee83e15
(X) Uma introdução rápida ao aceleracionismo — Nick Land
https://medium.com/@devirmorte/uma-introdu%C3%A7%C3%A3o-r%C3%A1pida-ao-aceleracionismo-nick-land-6ab8517bd8a4
(X) Organização é supressão - entrevista com Land (2007
https://medium.com/@claricepelotas/organiza%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-supress%C3%A3o-uma-entrevista-com-nick-land-wired-uk-1997-aca21b5a18ab
Or: https://archive.is/UC0SO
(X) LAND, Nick. Teleoplexy. In: Mackay Robert. #Accelerate: The Accelerationist Reader. Londres: Urbanomic, 2014.
(X) Land - Nietzsche xamânico
(X) Manifesto por uma Literatura Abstrata — NICK LAND (Chasm, 2015)
(X) Sadie Plant - Transando com o Futuro
https://medium.com/@claricepelotas/transando-com-o-futuro-sadie-plant-93a4f62e3fe5
(X) Nick Land: do CCRU aos blogs de Xangai — uma história de mutações (2025)
BOOKS
CCRU - CCRU Writings (1997–2003)
VÁRIOS Autores. Cultura cibernética y otros escritos del CCRU (1995-2019). Holobionte Ediciones, Barcelona, 2024.
Accelerate (Bases teóricas!). Robin Mackay+ Armen Avanessian (2014)
Contágios
LINGS, A. Vontade de Potência
Mangá
Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2009]
Aesthetic
Orphan Drift. Predator Vision. 1995
https://www.youtube.com/watch?v=G0C-nplgFJM
Orphan Drift. 9006. 1999
https://www.youtube.com/watch?v=z8o2R0K5xr0
Blogs
Eduarda Camargo: https://teoriadagarotafalica.substack.com/p/outros-fins-nick-land
Eduarda: https://allmylinks.com/falsamarxista
Portella
Wark Manifesto, Hui tecninicidade, Simondon
Numogram
Numograma Decimal (CCRU)
_ _ _
Samuel Butler - Livro das máquinas
William Gibson. Neuromancer: ficção cyberpunk
William Gibson. Monalisa Overdrive
Ballard - The Atrocity Exhibition
Burroughs
Fernand Braudel - A diferenciação rigorosa (e até oposição) de Fernand Braudel entre capitalismo e economia de mercado, com seu ‘anti-capitalismo pró-mercado’ funciona como um slogan orientador.
Freud - Além do Princípio do Prazer.
Klossowski. A moeda viva. 1970.
"Para além do vitalismo e do mecanicismo". In: Anti-Édipo
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O anti-Édipo: capitalismo e esquizofrenia 1. Tradução: Luiz B. L. Orlandi. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2011 (1972)
DELEUZE , Gilles. Sacher-Masoch: o frio e o cruel. trad. Jorge Bastos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2009 (1973)
Jean-François Lyotard. Économie Libidinale, 1974
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mil Platôs: Capitalismo e esquizofrenia 2, vol 4. Tradução: Suely Rolnik. 2 ed. São Paulo: Editora 34, 2012, p. 11-119. (1980)
Videodrome. 1983 ‧ Terror/Ficção científica
Akira. 1988 (X)
Xenogenesis, de Octavia E. Butler (também publicado como trilogia Lilith’s Brood), é composta por três romances: Dawn (1987) Adulthood Rites (1988) e Omago (1989).
Despertar (Dawn): Primeiro volume da trilogia Xenogênese, com tradução de Heci Regina Candiani.
Ritos de Passagem (Adulthood Rites): Segundo volume da trilogia Xenogênese, traduzido por Heci Regina Candiani.
Lynn Margulis A microbiologia bacterial de por delinear o mundo da vida desestratificada
Nick Land The thirst for annihilation, 1992 (Materialismo libidinal)
(X) Se resolvendo com a Morte: Observações sobre Tânatos e Produção-Desejante — Nick Land (1993)
(X) LAND, Nick; PLANT, Sadie. Cyberpositive. In: Mackay Robert. #Accelerate: The Accelerationist Reader. Londres: Urbanomic, 2014.
(X) Organização é Supressão: Uma entrevista com Nick Land (Wired UK, 1997) https://medium.com/@claricepelotas/organiza%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-supress%C3%A3o-uma-entrevista-com-nick-land-wired-uk-1997-aca21b5a18ab
CCRU. Communique One: Message to Simon Reynolds: 1998, 1998, Blog. Disponível em: <http://www.ccru.net/id(entity)/communiqueone.htm>.
CCRU. Comunicado Um: Mensagem para Simon Reynolds: 1998 — CCRU. https://medium.com/@claricepelotas/comunicado-um-mensagem-para-simon-reynolds-1998-ccru-3f27da48e230
CCRU. Entrevista de Simon Reynolds com o CCRU: A Academia Renegada (1998).
https://medium.com/@claricepelotas/entrevista-de-simon-reynolds-com-o-ccru-a-academia-renegada-1998-4e64e0b2540c
FISHER, Mark. Simon's interview with CCRU (1998), 2005. Blog. Disponível em: <<http://k-punk.abstractdynamics.org/archives/004807.html>>
(X) CCRU comunicado 2 (2001) https://medium.com/@claricepelotas/comunicado-dois-mensagem-para-maxence-grunier-2001-ccru-00f872574b21
(X) CARSTENS, Delphi. Hiperstição: Uma Introdução (Entrevista com Nick Land, 2009). Blog.Tradução: Clarice Pelotas. Disponível em: <https://medium.com/@claricepelotas/hipersti%C3%A7%C3%A3o-uma-introdu%C3%A7%C3%A3o-entrevista-com-nick-land-2009-6bc983c1eb8b>
AVANESSIAN, Armen (org.). #ACCELERATE: The accelerationist reader. Falmouth: Urbanomic, 2014. (2014).
Avanessian, Armen; Reis, Mauro (Comps.) Aceleracionismo: estrategias para una transición hacia el postcapitalismo Caja-negra, 2017
ANNA GREENSPAN. La máquina del tiempo trascendental del capitalismo In: Cultura cibernética y otros escritos del CCRU (1995-2019). Holobionte Ediciones, Barcelona, 2024.
VÁRIOS Autores. Cultura cibernética y otros escritos del CCRU (1995-2019). Holobionte Ediciones, Barcelona, 2024.
BAUDRILLARD, Jean. A ilusão do fim ou a greve dos acontecimentos. Lisboa: Terramar, 1995.
Manuel DeLanda. Markets and Anti-Markets, 1996.
(X) CCRU. Cultura Cibernética. 1996.
https://medium.com/@claricepelotas/cultura-cibern%C3%A9tica-ccru-1996-865d1f6b28e4
Neon Genesis Evangelion. Anime, 1995
Serial Experiments Lain. Anime, 1998
FISHER, Mark. Flatline Constructs: Gothic Materialism and Cybernetic Theory-Fiction. New York: Exmilitary Press, 2018. (Tese de 1999)
(X) Mickus. Princípios e definições do materialismo Gótico em "Flatline Construction" (X). "(...) a indistinção entre orgânico e inorgânico, o contínuo anorgânico, passa a ser visto como definidor da província Gótica, que se dispõe a substituir seu equacionamento com a vida não-orgânica, que posicionava o morto em contraponto ao vivo, agora pensando a continuidade entre vivo e morto. O Gótico é aquele que dribla o binarismo e, inicialmente, escapa do sobrenatural. Destarte, é a partir desse “plano que corta a distinção entre o vivo e o não vivo, o animado e o inanimado”, a província do Gótico, que Mark Fisher mobiliza dois princípios e duas definições internas à proposta do materialismo Gótico: Princípios:I. O Gótico designa um terminal [flatline. Linha Anorgância] II.“Não há sujeitos, só há aquela agência/substrato agente” (FISHER, 2018, p. 35). Definições:I.O materialismo Gótico é equivalente ao realismo cibernético.II. O materialismo Gótico é equivalente ao Hipernaturalismo. (...) “O materialismo gótico é sobretudo um materialismo abstrato [...] tais processos [que o materialismo gótico pretende abordar] tem agentes, porém estes não são humanos, humanísticos, ou subjetivistas; eles são ‘Máquinas Abstratas” (FISHER, 2018, p.14). (...) "Fisher conceitua como teoria-ficção(zona de indiscernibilidade entre teoria fictícia e ficção teórica) um novo modo de prática filosófica emergente na pós-modernidade que intercepta a ficção e a teoria no mesmo ponto. Radicalmente comprimindo e dissolvendo a oposição do par, a teoria-ficção é a proposição: “toda teoria já é ficção” que propositivamente surge como: “a teoria deve abandonar sua posição presumida de ‘neutralidade objetiva’ e assumir sua ficcionalidade” (FISHER, 2018, p. 156, nota 24)". "O “devir-ficcional da teoria vem necessariamente acompanhado do devir-teórico da ficção”, (FISHER, 2018, p. 156) “o campo social não existe a parte de sua simulação na teoria social” (FISHER, 2018, p. 157). “[...] Na era da comunicação cibernética, tudo se conecta. A imagem que você tem da realidade é processada através da mídia, mas a mídia não está fora desta imagem mais do que você está. Não há espectadores e não há espetáculo. Participa-se querendo ou não. Nada está fora do Loop. [...] É importante lembrar que o Hyperreal18 caracterizado não como o surreal ou o não-real, mas como o mais real que o real. [...] Contrariamente a uma compreensão errônea muito difundida, então, a lógica da simulação, como Baudrillard a constrói, se encerra com a observação de que é a falsidade –não a realidade em si –que agora é impossível.” (FISHER, 2018, p. 147)
(X) “Uma revolução social e psíquica de magnitude quase inconcebível”: Os sonhos aceleracionistas interrompidos da cultura popular — Mark Fisher (2013)
https://medium.com/@claricepelotas/uma-revolu%C3%A7%C3%A3o-social-e-ps%C3%ADquica-de-magnitude-quase-inconceb%C3%ADvel-os-sonhos-aceleracionistas-c2371c9e0fcc
(X) 2014. Fisher. Exterminador do Futuro vs Avatar
(X) FISHER, M. Mark Fisher - "Una revolución social y psíquica de magnitud casi inconcebible": los interrumpidos sueños aceleracionistas de la cultura popular. In: Aceleracionismo: estrategias para una transición hacia el postcapitalismo Caja-negra, 2017.
MARX, K.O Capital:crítica da economia política: livro I: o processo de produção do capital. Tradução Rubens Enderle. 2ª Ed. São Paulo: Boitempo, 2017.MCKAY, Robin;
Das questões. https://periodicos.unb.br/index.php/dasquestoes/issue/view/3241
Das questões https://periodicos.unb.br/index.php/dasquestoes/article/view/59300
Fisher
"Realismo Capitalista"
"Fantasmas da minha vida"
"Desejo pós-capitalista"
(X) FISHER, M. Mark Fisher - "Una revolución social y psíquica de magnitud casi inconcebible": los interrumpidos sueños aceleracionistas de la cultura popular. In: Aceleracionismo: estrategias para una transición hacia el postcapitalismo Caja-negra, 2017.
"Fogo contra Fogo (Mann). "Uma das maneiras mais fáceis de perceber as diferenças entre o fordismo e o pós-fordismo é comparar o filme de Mann com os filmes de gangsteres feitos por Francis Ford Coppola e Martin Scorsese entre 1971 e 1990. Em Fogo contra fogo, as atividades criminosas não são mais conduzidas por famílias tradicionais apegadas à “terra dos antepassados, mas por bandos desenraizados, em uma Los Angeles de metal cromado, cozinhas de grife e estética “multiuso”, de rodovias e restaurantes 24 horas". (....) Como qualquer grupo de acionistas, o bando de McCauley mantém-se coeso através da perspectiva de futuros dividendos; quaisquer outros vínculos são opcionais (e, quase certamente, perigosos). É um arranjo temporário, pragmático e lateral - sabem que são peças intercambiáveis de um maquinário, que não há garantias, que nada é permanente. Comparados a isso, os velhos “bons companheiros” mais parecem um bando sentimentalista sedentário, enraizados em comunidades moribundas, territórios condenados" (Fisher, Realismo Capitalista).
WALL E - "NO final de Wall-E é apresentada uma versão dessa fantasia - a ideia de que a expansão infinita do capital é possível, de que o capital pode se reproduzir sem o trabalho (na nave espacial Axiom todo trabalho é realizado por robôs), de que o esgotamento dos recursos terrenos é apenas um probleminha técnico temporário e que depois de um período adequado de recuperação o capital poderá terraformar a própria
Terra e recolonizá-la" (Fisher, Realismo Capitalista).
I.A.
(X) 2006. Seremos todos cyborgs. Entrevista com Raymond Kurzweil
https://ihu.unisinos.br/categorias/175-noticias-2006/573884-seremos-todos-cyborgs-entrevista-com-raymond-kurzweil
Le Guin, Ursula K. A curva do sonho, 1971.
Ludium, Robert. A identidade Bourne. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2000.
Amy
Amy Ireland — Circuito negro: código para os números por vir
https://medium.com/@ababeladomundo/circuito-negro-c%C3%B3digo-para-os-n%C3%BAmeros-por-vir-b8f7af4c6dc
Sephirot
(X) https://medium.com/@viniciusdias1203/sephiroth-cabala-o-livro-de-genesis-8a37d14adfe4
Nenhum comentário:
Postar um comentário